
É tão estressante quando cachorro da gente fica doente.
Houve momentos em que eu estando tão fraca por dentro, rezei e pedi a Deus para que não deixasse minha cachorra adoecer, porque se ela fosse pega por uma doença como aquela que ela teve no fígado em 2008, eu não teria forças para ajudá-la.
Porém há uns 2 meses ela apareceu com uma bola na orelha. Otohematoma. Aí eu levei no veterinário mais perto de casa e também mais filho-da-puta e ladrão da face da terra, ele me vendeu tudo do mais caro e com nenhum efeito, o que eu descobri depois, levando ao veterinário fofo da clínica do Dr. Israel, o Dr. Daniel, este sim, fez a sucção da secreção que estava formada entre a orelha e a cartilagem da orelha e o fez sem cobrar nada, além de fazer vários curativos e receitar os remédios que sim, fizeram efeito.
Depois de um tempo a orelha sarou, porem algo atacou os rins da Shy, que está urinando com uma "nata" estranha, muito nojento aliás, hoje eu quase morri, tive muita ânsia para lavar o quintal, meu estômago está virado até agora... e talvez por ela estar com a imunidade baixa, por causa dos remédios, els pegou sarna também, pois embaixo do queixo já está sem pelos...... aí foi banho (neste frio) e butox diluído para sarna e talvez na segunda iremos ao vet.
Agora eu fico pensando... neste ano esta é a segunda hecatombe animal que acontece aqui em casa. A primeira eu nem quero comentar, porque foi MUITO séria. Por isso eu estou registrando aqui, para que a qualquer momento em que eu me ver diante de um filhote e pode até ser um chiuaua com a cara do Tilo ou mesmo um Pug, um Boxer ou um bulldog EU NÃO QUERO MAIS TER CACHORRO. Depois da Shy e eu quero que ela chegue ao máximo da longevidade esperada de um cão (13 anos), não haverá mais pets nesta casa.
Porque quando ficam doente dão muito trabalho, porque partem o coração, cansam ao extremo, dependem só da gente e são bons, profundamente bons e merecem um tratamento de primeira, de primeiríssima, coisa que eu realmente não tenho condições, nem mentais nem de bolso, para suprir. No momento nem de tempo.
Há um tempinho venho percebendo que o estilo de vida da Saaya é o mais adequado. menos é mais. Quem não tem nada, nada perde e pode partir pra bem longe, num estalo de dedos, do nada, sentindo só um pouco de saudade.
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